As notícias sem jornalistas: uma ameaça real ou uma história de terror?

Erik Neveu

Resumo


O jornalismo como profissão e know-how está preso em um turbilhão de mudanças O fim dos jornais não significaria automaticamente o fim do jornalismo ou dos jornalistas, mas fica difícil imaginar como o colapso da instituição, poderia ocorrer sem provocar um terremoto na definição e na prática do jornalismo, que, como cultura profissional com habilidades codificadas e características, corre o risco de ser diluído e transformado no contínuo nebuloso daqueles já chamados “funcionários da informação”. Este artigo vai sugerir como várias tendências contemporâneas estão desafiando e redefinindo a prática jornalística. O objetivo aqui é defender a possibilidade de definir o jornalista como alguém que coleciona fatos que não estão numa tela no seu escritório, como alguém que fala para as audiências que não sejam apenas consumidores e como alguém que mantém autonomia suficiente para praticar as aptidõesde um verificador crítico das notícias.

Palavras-chave


Jornalismo ; transformações ; papel do jornalista

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DOI: https://doi.org/10.25200/BJR.v6n1.2010.246

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ISSN da versão online: 1981-9854

ISSN da versão impressa (descontinuada a partir de 2008): 1808-4079



Datas de publicação da revista

30 de abril - 30 de agosto - 30 de dezembro

 

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