Imprensa e pressão: análise crítica do discurso de promoção das narrativas de “responsabilidade de proteger” ou “soberania” na crise síria

Markos Kounalakis

Resumo


O conceito popular de que o jornalismo é um freio em um estado agressivo – que opera em um mundo ditado pelas demandas do realismo por poder e sobrevivência – é um conforto tanto para a sociedade quanto para jornalistas, que acreditam em um chamado pacífico da profissão e no poder do quarto Estado. No entanto, o que acontece quando dados e uma análise discursiva de empresas jornalísticas indicam que em vez de favorecer soluções diplomáticas e resoluções pacíficas, o jornalismo está alimentando as chamas do medo e estimulando posturas militares agressivas, que podem favorecer resultados nacionalistas confrontadores e não aqueles internacionalistas pacíficos? Este artigo analisa notícias e textos opinativos na imprensa chinesa e americana para concluir que, no caso do conflito na Síria, os próprios estados, embora em conflito na promoção de políticas que reflitam tanto a noção de “Responsabilidade de Proteger” (EUA) quanto a “Soberania” (China), estão mais alinhados com a resolução diplomática do que com a imprensa.


Palavras-chave


Narrativas jornalísticas; Análise do discurso; Imprensa chinesa; Imprensa estadunidense; Síria

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DOI: https://doi.org/10.25200/BJR.v11n1.2015.652

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ISSN da versão online: 1981-9854

ISSN da versão impressa (descontinuada a partir de 2008): 1808-4079



Datas de publicação da revista

30 de abril - 30 de agosto - 30 de dezembro

 

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